Nesta Quarta-feira (24 de junho de 2009), nós do Blog dos END ficamos muito felizes em receber como parceiro o site INFOSOLDA, cujo seu responsável, Sr. Ricardo Mouta, nos felicita pela iniciativa de manter firme a proposta do blog, que é trazer as novidades do mercado e assuntos inerentes á nssa área.
E como o próprio Ricardo disse:
Viva a solda e Vida longa aos END
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Empresários pedem ação para incentivar indústria
Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a recuperação das indústrias após a pior fase da crise é frágil e depende de ações mais efetivas do governo. Empresários e federações estaduais se reuniram ontem com a CNI para pedir redução da carga tributária, incentivo a compras de máquinas, que servem para modernizar e ampliar o parque industrial, e investimentos em infraestrutura. Os empresários também pedem reformulação da Política de Desenvolvimento Produtivo.
(Fonte: Folha de S.Paulo)
(Fonte: Folha de S.Paulo)
"Chevron mira pré-sal e planeja investir US$ 5 bi no Brasil"
Petrolífera americana diz ter interesse em explorar campos de águas profundas, mesmo sob novo modeloA gigante petrolífera norte-americana Chevron investirá US$ 5 bilhões nos próximos anos no desenvolvimento de cinco campos de petróleo e gás dos quais é sócia e em novos projetos que busca na área de exploração e produção.Os recursos podem ser destinados também ao pré-sal, desde que o novo marco regulatório em gestação pelo governo "não seja muito restritivo", segundo o presidente da companhia no Brasil, George Buck.O executivo disse que a empresa está acostumada a operar no regime de partilha de produção e que tem interesse nas reservas do pré-sal.O governo deve anunciar tal sistema para os campos do pré-sal, em águas profundas. Pelo modelo, será criada uma empresa 100% estatal que irá subcontratar companhias de petróleo, que receberão uma parcela do óleo produzido em troca da operação dos campos. A outra fatia fica com o Estado como forma de remuneração.Buck disse que a Chevron avaliará tanto a oportunidade de negócio de cada uma das áreas exploratórias como as especificidades do novo marco regulatório antes de definir seus investimentos no país."Se não ficar muito restritivo [o novo modelo para o pré-sal], vamos investir no Brasil. Mas é importante que não seja muito restritivo", disse Buck.O executivo elogiou o atual modelo de concessões das áreas de exploração, que, segundo ele, assegurou o crescimento do setor no país.Buck afirmou ainda não temer a provável migração do atual sistema para o de partilha -usado em países como Angola e Indonésia, onde a Chevron também produz petróleo. "O governo vem se posicionando bem e demonstra ter interesse em atrair os investimentos." Com uma produção global de 2,7 milhões de barris de petróleo por dia, a Chevron iniciou no dia 20 a extração de óleo e gás no Brasil a partir do campo de Frade, na bacia de Campos, que já consumiu investimentos de US$ 3 bilhões.Sócia majoritária do projeto com 51,7%, a petroleira americana tem como parceiras a Petrobras (30%) e um consórcio japonês (18,3%). A Chevron opera uma plataforma com capacidade de 100 mil barris/dia em Frade.A empresa conta ainda com participações em mais quatro concessões de campos na bacia de Campos -duas operadas pela Petrobras e outras duas pela Shell, que são responsáveis pela condução de todas as atividades de exploração e produção nessas áreas.
(Fonte: Folha de S.Paulo/PEDRO SOARES/DA SUCURSAL DO RIO)
(Fonte: Folha de S.Paulo/PEDRO SOARES/DA SUCURSAL DO RIO)
terça-feira, 23 de junho de 2009
II Conferência de Tecnologia de Soldagem e Inspeção
O Centro de Tecnologia SENAI-RJ Solda realizará a II Conferência de Tecnologia de Soldagem e Inspeção.Autores são convidados a apresentar estudo de casos, resultados de pesquisas, novos desenvolvimentos, conceitos inovadores em vários temas de interesse técnico e científico da indústria nacional.
Fonte: Senai-RJ
Fonte: Senai-RJ
sábado, 20 de junho de 2009
Partículas Magnéticas no CSI - YOUTUBE
Vídeo no Youtube sobre PM no seriado CSI
http://www.youtube.com/watch?v=y8j7ICYMaH0
Como vocês podem conferir os END são importantes até para solucionar crimes!
Confira também no orkut vários vídeos referentes aos END
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Ishibrás para plataformas
Rio de Janeiro - A diretoria da Petrobras autorizou a negociação para o arrendamento da área do estaleiro Ishibrás, no Rio de Janeiro, informou o diretor de serviços da empresa, Renato Duque. O objetivo, segundo o diretor, é aproveitar a área para garantir a construção de plataformas, o que seria feito por outra empresa escolhida pela Petrobras."Estamos interessados em arrendar aquela área com objetivo de construção de navios e plataformas tipo FPSOs. Como a gente tem o dique seco em Rio Grande, a gente arrenda depois disponibiliza essa área para quem quiser", informou sexta-feira o diretor recém-chegado de um "road show" pela Ásia para atrair estaleiros e fornecedores para o Brasil. "Nós temos dois FPSOs para Iara e Guará que poderiam ser feitos nessa área perfeitamente", disse Duque, referindo-se aos dois próximos campos que serão explorados no pré-sal depois de Tupi, que iniciou na última sexta-feira o Teste de Longa Duração.O diretor da estatal ressaltou que alguns estaleiros internacionais demonstraram recentemente interesse de vir para o Brasil. Duque voltou há alguns dias de uma viagem à Ásia, que contou também com o diretor financeiro da companhia, Almir Barbassa, e com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)."Os estaleiros querem vir para o Brasil, mas ainda não fechamos nada", afirmou, citando entre os possíveis candidatos os coreanos STX, Hyundai e DSME (Daewoo), com quem fizeram contatos.A Petrobras está em campanha para aumentar o número de fornecedores no Brasil para atender a grande demanda por equipamentos e serviços que a exploração na região do pré-sal formará no País. O objetivo da empresa é garantir o maior nível possível de conteúdo nacional na sua operação, seguindo determinação do governo federal.A inglesa Wellstream foi a vencedora da concorrência para fazer o fornecimento das primeiras linhas do Teste de Longa Duração (TLD) do campo de Tupi, informou o vice-presidente da companhia, Jessé Vasconcellos. Foram fabricados cerca de 13 quilômetros de dutos flexíveis, com diâmetros de quatro e seis polegadas.A empresa já fornece linhas para a Petrobras há dez anos. A fábrica brasileira foi inaugurada em maio de 2007, na Ilha da Conceição, em Niterói (RJ). "Nós abrimos a operação no Brasil com uma capacidade de fabricação de 150 quilômetros por ano de linhas flexíveis. E, em abril deste ano, nós aumentamos a capacidade para 270 quilômetros/ano. Isso, basicamente, para atender à demanda do mercado interno, quer seja da Petrobras, quer seja de outras operadoras independentes", disse Vasconcellos.O contrato da empresa com a Petrobras é de US$ 1,1 bilhão, para fornecimento de 880 quilômetros de tubos flexíveis e acessórios entre os anos de 2009 e 2012. A produção dos dutos no Brasil representa economia para a Petrobras e as demais operadoras, principalmente no que se refere à questão do conteúdo nacional e à redução em custo de frete.Vasconcellos explicou que as linhas flexíveis são transportadas por mar, em bobinas de 9 metros, com 250 toneladas. A fábrica da Wellstream, que possui também um terminal portuário de uso misto privado, licenciado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), permite receber os navios instaladores diretamente. "Isso desonera o frete das linhas para a Petrobras e as outras operadoras."O frete está atualmente em torno de US$ 50 mil por bobina. "É uma economia real, além da flexibilidade, conteúdo nacional e geração de empregos", afirmou. A fábrica da Wellstream em Niterói gerou 1.000 empregos diretos e cerca de 3.000 indiretos. Vasconcellos disse que 80% da matéria-prima utilizada pela empresa no Brasil deverão ser nacionais.(Fonte: Gazeta Mercantil/Reuters)
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Petrobras e UFRJ inauguram laboratório para pesquisas do pré-sal
A UFRJ inaugura hoje (30) na Coppe/UFRJ, no Rio de Janeiro, o Laboratório de Corrosão e Ensaios não Destrutivos (LNDC). A inauguração contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli. Fruto de uma parceria entre a Petrobras e a UFRJ, o laboratório recebeu até o momento investimentos de R$ 26 milhões por parte da Petrobras. Até 2011 estes investimentos totalizarão cerca de R$ 30 milhões. O LNDC será um dos mais avançados do mundo para ensaios de corrosão, inspeção de materiais e soldagem, com especial importância para os testes e pesquisas necessários à produção no Pré-sal.Os desafios tecnológicos do pré-sal requerem testes em condições singulares, similares àquelas encontradas nos campos descobertos. O LNDC foi concebido para viabilizar testes em elevadas pressões e temperaturas e com presença de fluidos corrosivos.A construção deste laboratório faz parte da estratégia da Petrobras de investimentos em infraestrutura experimental e em formação de recursos humanos nas universidades e institutos de pesquisa brasileiros, em um modelo de relacionamento sustentável, através da formação de redes de parceria tecnológica nas áreas de interesse estratégico da companhia. Através dessa estratégia a Petrobras tem investido cerca de R$ 400 milhões por ano, desde 2006, em 36 diferentes redes temáticas, envolvendo cerca de 100 universidades e institutos de pesquisa em todo o país. Por meio dessas parcerias tecnológicas está sendo construído no Brasil um parque tecnológico com nível de excelência internacional nas áreas de petróleo, gás natural e energia.
Fonte: Portos e Navios
Fonte: Portos e Navios
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Pré-sal só é viável com o petróleo a US$ 60, diz BP
Valor é pelo menos 50% superior ao estimado por governo e PetrobrasPreço do barril caiu cerca de US$ 100 desde julho de 2008, e empresas do setor cortam investimentos para novas descobertasA BP (British Petroleum), a segunda maior companhia petroleira europeia, afirmou que a exploração de petróleo em águas profundas no Brasil, como é o caso do pré-sal, é viável comercialmente apenas com o barril valendo ao menos US$ 60. A afirmação contrasta com as mais recentes declarações do governo brasileiro, que estima que o barril deva valer entre US$ 30 e US$ 40.Nos últimos meses, com a queda na cotação do barril nos mercados internacionais, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vêm afirmando que a exploração do petróleo do pré-sal é viável mesmo com o preço atual -que gira em torno de US$ 40. Em seu plano de investimentos para os próximos anos, a Petrobras usa como referência a cotação do petróleo a US$ 37 o barril.A visão do grupo britânico, no entanto, é diferente da brasileira. Para a BP, o preço do barril precisa subir logo para que ela não precise se endividar para conseguir manter seu nível de investimento.De acordo com ela, se a recuperação na cotação demorar a chegar, as empresas petrolíferas ficarão em uma situação cada vez mais desconfortável.Para chegar ao nível desejado pela companhia britânica, o preço do barril precisaria subir cerca de 50% em relação à cotação atual. Não faz muito tempo que a commodity valia ao menos US$ 60: a última vez ocorreu no início de novembro do ano passado. O problema é que a cotação do produto, que chegou ao recorde de US$ 145,29 em julho do ano passado, vem despencando, após ficarem mais claros os sinais de que a economia mundial está em crise e que o consumo de combustível deverá cair. O FMI estima para este ano o menor avanço do PIB global desde 1945.Uma das consequências na queda do preço do barril foi sentida no balanço das grandes empresas petrolíferas mundiais. A ExxonMobil, a maior petroleira com ações negociadas em Bolsa do mundo, teve uma queda de 33% no lucro do quarto trimestre. A sua principal rival, a Shell, teve um prejuízo de US$ 2,8 bilhões no período, e a BP perdeu US$ 3,3 bilhões, o primeiro resultado negativo em sete anos.O recuo na cotação também é observado nos investimentos globais para a descoberta de novos poços e, consequentemente, a manutenção do fornecimento do produto. No final do ano passado, a AIE (Agência Internacional de Energia) alertou sobre que os gastos para a descoberta de petróleo estão abaixo do necessário, com vários projetos sendo adiados.
(Fonte: Folha de S.Paulo/Com o "Financial Times")
(Fonte: Folha de S.Paulo/Com o "Financial Times")
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