A Abendi, constantemente preocupada com seus associados, abre um canal de comunicação ao sócio e profissional, Paulo Rosa da Penha, que no momento passa por grandes dificuldades. Seu filho, Caio, tem paralisia cerebral e por sorte, descobriu-se que há um tratamento com células tronco, no entanto, este tratamento é realizado na China, tornando-se extremamente caro.No retorno da viagem, o tratamento continuará com fisioterapia e acupuntura, para estimular as células injetadas a chegarem à lesão, regenerando os tecidos.
Neste momento a família precisa arrecadar fundos para conseguir custear todo o tratamento.
Entre no site http://www.caiopenha.blogspot.com/ e ajude esta criança!
Fonte: Site ABENDI
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Alerta aos candidatos aos exames práticos de Ultrassom do CEQ SENAI-RJ15/12/2009
A aplicação dos exames práticos de Ultrassom no CEQ SENAI-RJ está suspensa temporariamente, desta forma, a Abendi está migrando todos os candidatos para realizarem os exames no SEQUI, em São José dos Campos. Se o candidato não quiser realizar o exame neste SEQUI, deverá encaminhar um e-mail para snqc@abendi.org.br com o assunto: CEQ SENAI-RJ.
Fonte: Site da ABENDI
Fonte: Site da ABENDI
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
2010 vem com muitas promessas de empregos para profissionais qualificados!!!!!
De acordo com conversas que tenho com amigos da área, todos tem uma mesma opinião, 2010 será o ano em que todos terão muitas oportunidades na área de Inspeção, e não digo somente inspeção de END não, qualquer forma de inspeção será muito requisitada no próximo ano.
Todos os qualificados em END, N1 e Inspeçãop de Equipamentos, com certeza terão muitas oportunidades pela frente, pois até mesmo a construção civil está crescendo a necessidade de inspeção, pois a maioria das novas construções estão sendo em estruturas de aço, portanto terão a necessidade de inspeção.
Assim como falei no ínicio do Blog, nossa área só tem a crescer, e conto com a ajuda de todos.
Todos os qualificados em END, N1 e Inspeçãop de Equipamentos, com certeza terão muitas oportunidades pela frente, pois até mesmo a construção civil está crescendo a necessidade de inspeção, pois a maioria das novas construções estão sendo em estruturas de aço, portanto terão a necessidade de inspeção.
Assim como falei no ínicio do Blog, nossa área só tem a crescer, e conto com a ajuda de todos.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Diretor da Petrobras diz que Paraná "dorme" diante do pré-sal
Em evento promovido pela Gazeta do Povo, executivo conta que o estado perde recursos destinados a pesquisa e desenvolvimento. Estatal vai gastar US$ 174 bilhões até 2013
Os empresários e as universidades do Paraná foram alvo ontem de uma crítica dura, mas construtiva. Na opinião do diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, eles estariam ?dormindo? enquanto empresas e instituições de ensino de outros estados correm para fornecer equipamentos e fazer pesquisas em parceria com a estatal no projeto de exploração do petróleo do pré-sal.
?As universidades do Paraná precisam mostrar o que querem desenvolver com a gente, mas não fazem isso. Onde estão os empresários que querem mostrar os seus projetos??, questionou o executivo durante o evento Papo de Mercado, promovido pela editoria de Economia da Gazeta do Povo. Ele ressaltou que o pré-sal é uma reserva imensa, e já demanda equipamentos e serviços que fazem parte de um plano de investimentos de US$ 174 bilhões no período 2009-2013 e que tem como meta elevar a participação do conteúdo nacional. ?Vamos precisar de 153 equipamentos de grande porte até 2013. Mas não é algo que vamos discutir daqui a três anos. É para hoje, precisamos desenvolver os navios agora. Parece que os empresários do Paraná estão dormindo.?
Ações
Costa citou três exemplos de ações que o estado poderia articular para aumentar a participação na cadeia de desenvolvimento das reservas do pré-sal. O primeiro é a qualificação de empresas locais como fornecedoras ? processo no qual as companhias mostram que têm condições de atender às exigências da estatal. ?Os fornecedores precisam ser muito bem qualificados. Se houver interesse, podemos mandar uma equipe da Petrobras para passar duas semanas aqui para fazer esse cadastramento?, disse.
Os setores que poderiam se beneficiar desse processo vão desde a indústria pesada, que pode fornecer tubos, estruturas de aço, motores e bombas, até prestadores de serviços qualificados, como manutenção de plataformas e softwares. Um dos poucos exemplos de fornecedores paranaenses é a Aker Solutions, que fabrica ?árvores de natal molhadas? (uma peça usada em plataformas) na Cidade Industrial de Curitiba.
Outra área que poderia ser aproveitada pelo Paraná, segundo o executivo, é a construção de maquinaria pesada. Ele estima que o país precisará construir mais cinco estaleiros para atender à demanda da Petrobras na próxima década. O plano de negócios da empresa prevê a compra de 296 equipamentos até 2020 ? são 49 navios de grande porte, 195 barcos de apoio e 45 plataformas de produção, entre outros. ?E isso é com base só nos três campos do pré-sal que conhecemos. Temos mais cinco em fase de estudos?, completou Costa. ?Por que não fazemos um estaleiro em Pontal do Paraná? Ali já foram construídos módulos de plataformas no passado?, lembrou.
(Fonte: Gazeta do Povo/PR/Guido Orgis)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Prefeitos do RJ estudam reação à proposta
Os prefeitos dos municípios fluminenses que se beneficiam dos royalties do petróleo se reuniram nesta quinta-feira, em Niterói, para discutirem uma reação à proposta dos governadores nordestinos de reduzir os royalties dos municípios produtores de petróleo nas áreas já licitadas do pré-sal.Durante a reunião, os prefeitos Eduardo Paes (Rio de Janeiro), Jorge Roberto da Silveira (Niterói), André Mônica (Araruama), Washington Quaquá (Maricá) e Franciane Gago Motta (Saquarema) trataram do impacto que a proposta dos governadores do Nordeste causará no orçamento dos municípios. Eles também começaram a esboçar uma estratégia para impedir que o acordo vá adiante.Para Eduardo Paes, "o que estamos tratando é algo muito grave: não se pode mudar o que já está em contrato, o que já está previsto para o orçamento. Não é admissível que qualquer ator político faça um acordo com base nesses termos prejudiciais à metade da população do Rio de Janeiro".
(Fonte: Jornal do Commercio/RJ/Com agência Brasil)
(Fonte: Jornal do Commercio/RJ/Com agência Brasil)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Petrobras investe em supercomputador para explorar pré-sal

A Petrobras acaba de concluir o projeto Galileu, que consiste na instalação de um supercomputador com capacidade de 160 teraflops - o equivalente à realização de 160 trilhões de cálculos por segundo. O projeto envolveu uma parceria com cinco universidades e investimento de R$ 24,2 milhões. O supercomputador é o maior da América Latina e figura entre as 30 máquinas mais velozes do mundo, de acordo com um levantamento feito pela organização americana Top 500.Essa "supermáquina", na verdade, é constituída por 3,3 mil processadores e mais de 13 mil servidores (computadores de grande porte) que operam em conjunto, o chamado cluster. Todo esse aparato está instalado em cinco instituições - Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de São Paulo (USP). A última etapa do projeto foi concluída nesta semana, com o início das operações do sistema na USP, que recebeu investimento de R$ 10 milhões.O gerente-geral de gestão tecnológica do centro de pesquisas (Cenpes) da Petrobras, José Roberto Fagundes Netto, observa que a maioria das universidades com as quais a estatal mantêm parceria em pesquisas precisavam de infraestrutura adequada para desenvolver novos produtos e tecnologias em menos tempo. "Faltava infraestrutura ou havia equipamentos obsoletos. O desafio com o pré-sal é criar uma infraestrutura que torne o país independente em termos de pesquisa", diz.A opção da empresa foi investir inicialmente nessa estrutura física. Pela legislação, a Petrobras é obrigada a investir 1% da receita bruta gerada por campos gigantes (com capacidade de extração superior a 1 bilhão de barris) em pesquisa, sendo que 50% desse total deve ser aplicado em instituições nacionais. Nos últimos três anos, a Petrobras investiu R$ 1,8 bilhão em recursos nas chamadas redes temáticas. São redes de pesquisa que a estatal mantém em parceria com universidades e que incluem projetos como o Galileu.Neste ano, o investimento nas redes temáticas foi de R$ 490 milhões, com projeção de R$ 400 milhões para 2010. "A maior parte dos recursos foi utilizada até agora na instalação de infraestrutura, mas a expectativa para os próximos anos é de que 60% dos recursos sejam aplicados em pesquisa pura e aplicada, o que representará um ganho em termos de resultados", afirma Fagundes.A conclusão do projeto Galileu exemplifica o rápido avanço dos equipamentos de alto desempenho (conhecidos como HPC ou High Performance Computing). Antes desse projeto, a Petrobras já havia lançado um supercomputador no Brasil. No ano passado, com investimento de R$ 5,8 milhões, a estatal criou o Netuno, instalado no Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da UFRJ, que possui uma capacidade de 16 teraflops e é composto por 256 servidores.Juntos, o projeto Galileu e o Netuno vão ajudar a compor a Grade BR, composta por cerca de 14 mil núcleos de processamento e uma capacidade total de 200 teraflops. Essa rede fornecerá infraestrutura computacional suficiente para que 300 pesquisadores das universidades envolvidas desenvolvam novos programas e simuladores para os trabalhos de pesquisa e perfuração de poços do pré-sal.No ano passado, o Brasil dispunha de dois supercomputadores de alto desempenho, mas apenas o Netuno entrou no ranking elaborado pela Top 500. A USP também já operava um supercomputador com capacidade de 3,6 teraflops, que chegou a ser elencado em edições anteriores do estudo da Top 500.Neste ano, em setembro, a Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp) iniciou o uso do seu GridUnesp, de 33,3 teraflops, e que recebeu investimento de R$ 3,6 milhões. O cluster está distribuído em uma rede que integra 2.944 unidades de processamento, distribuídas em sete polos de acesso, nos campi de São Paulo, Araraquara, Bauru, Botucatu, Ilha Solteira, Rio Claro e São José do Rio Preto.Até janeiro, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) também prevê concluir o processo de licitação para aquisição de um supercomputador de 15 teraflops. A proposta de licitação foi anunciada no ano passado e prevê um orçamento de R$ 50 milhões, dos quais R$ 35 milhões serão investidos pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Outros R$ 15 milhões virão da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), informou o Inpe. Quando concluído, esse cluster constituirá um dos seis maiores centros mundiais de previsão numérica de tempo e clima e de modelagem de mudanças climáticas.Esses projetos não figuram no ranking mais recente da Top 500, publicado em novembro, mas, juntos, farão com que o Brasil se aproxime da Índia, que hoje dispõe de três supercomputadores, que, juntos, somam uma capacidade próxima a 279 teraflops. Os supercomputadores da Petrobras, mais os equipamentos da Unesp, da USP e do Inpe, chegam a 252 teraflops de capacidade.Trata-se de um número pequeno em comparação com os países desenvolvidos. O supercomputador mais potente do mundo é o Jaguar, localizado em uma unidade do Departamento de Energia dos Estados Unidos. Sozinho, o equipamento tem capacidade de 1,76 petaflops (quatrilhões de cálculos por segundo), ou mais de dez projetos Galileu juntos. Ainda assim, a evolução dos investimentos em supercomputadores no Brasil é significativa considerando que a capacidade das máquinas instaladas no país não chegava a 20 teraflops em 2008.Para o gerente de desenvolvimento de mercado da Intel (fornecedora dos processadores do projeto Galileu), Marcel Saraiva, o mercado brasileiro de supercomputadores tende a crescer com mais vigor nos próximos anos, dada a procura recente pelo setor empresarial. Segundo ele, empresas como Volkswagen e Embraer já dispõem de equipamentos do tipo para a realização de simulações e testes no Brasil. "Além dos setores automotivo e de aviação, as indústrias farmacêuticas também avaliam a instalação de supercomputadores no Brasil", diz Saraiva.
(Fonte: Valor Econômico/Cibelle Bouças, de São Paulo)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Retorno das atividades do Blog dos END
Bom dia à todos que acompanham de alguma forma nosso blog.
Venho pedir desculpas por não ter atualizado o mesmo no último mês, mas devido ao excesso de trabalho tive que deixar um pouco de lado.
Mas voltaremos com tudo em breve.
Abraços,
Leonardo Barros.
Venho pedir desculpas por não ter atualizado o mesmo no último mês, mas devido ao excesso de trabalho tive que deixar um pouco de lado.
Mas voltaremos com tudo em breve.
Abraços,
Leonardo Barros.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Agradecimento ao sucesso do blog!!!
Agradeco a todos que estao divulgando de alguma forma o Blog, pois os acessos sao inumeros e crescem a cada dia, isso prova que nossa area de atuacao, esta da mesma forma crescendo.
Aproveito para mandar mais uma vez um super beijo para minha esposa Adriana e para meus filhos, Gustavo, Lucca e Luan.
Saudades...
Aproveito para mandar mais uma vez um super beijo para minha esposa Adriana e para meus filhos, Gustavo, Lucca e Luan.
Saudades...
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Odebrecht consegue US$ 1,5 bilhão para plataforma
A Odebrecht Óleo e Gás fecha hoje a obtenção de uma linha de crédito de US$ 1, 5 bilhão para a construção de dois navios de perfuração licitados pela Petrobras em julho do ano passado. O contrato, feito na modalidade project finance com um grupo de 14 instituições financeiras, estava para ser fechado desde o fim de 2008, mas o cronograma acabou sendo adiado em função da chegada da crise financeira. Trata-se do primeiro contrato de financiamento de longo prazo fechado este ano dentro do pacote de 12 plataformas licitadas pela estatal em 2008.
Segundo o presidente da Odebrecht Óleo e Gás, Miguel Gradin, trata-se do maior contrato na área de exploração offshore fechado este ano no país, marcando a volta da liquidez aos projetos do setor. Apesar do atraso na conclusão do financiamento, a entrega dos navios não será comprometida, e está mantido o prazo previsto para o primeiro semestre de 2011 - antes mesmo do prazo estipulado pela Petrobras, garante o executivo.
A Odebrecht já havia conseguido um empréstimo-ponte no ano passado para dar início aos trabalhos, e há três meses uma das plataformas já está sendo construída na Coreia, pela Daewoo. As duas unidades, batizadas Norbes 8 e 9, têm capacidade para perfurar em lâmina d'água com mais de 3 mil metros, o que as habilita a trabalhar no pré-sal. A Odebrecht vai fornecer os navios como afretadora - ou seja, vai construir e alugar as unidades - e operar por dez anos as plataformas para a Petrobras. O investimento total pela Odebrecht na construção é estipulado em US$ 1,7 bilhão.
A linha de crédito obtida pela Odebrecht foi fechada com um conjunto de 12 bancos: Santander, Société Générale, BNP Paribas, Banco do Brasil, Banco Espírito Santo, Calyon, HSBC, Banco Caixa Geral, NIBC, ING, West LB e CIC. As participações de cada um variaram de US$ 25 milhões a US$ 100 milhões. Entraram também as agências de fomento da Coreia, o Korean Eximbank, e da Noruega, o Giek, principais fornecedores dos projetos. O prazo do financiamento será de oito anos com os bancos privados e de dez anos com as instituições de fomento, com carência de dois anos.
A licitação realizada pela Petrobras no ano passado para 12 plataformas tinha um valor total estimado em US$ 8 bilhões, e faz parte de um grande plano de expansão da capacidade de estatal, totalizando 40 plataformas a serem entregues até 2017. A primeira licitação foi surpreendida pelo início da crise financeira, e até o começo do ano temia-se pelo andamento dos projetos. Agora a estatal já fala em lançar uma nova licitação para construir mais 28 sondas de perfuração voltadas a operações em águas profundas e ultraprofundas - parte delas deverá ser construída no Brasil. As propostas devem ser apresentadas até o início de 2010, e as unidades deverão ser entregues entre 2013 e 2017.
(Fonte: Valor Econômico/Fernando Teixeira, de São Paulo)
Segundo o presidente da Odebrecht Óleo e Gás, Miguel Gradin, trata-se do maior contrato na área de exploração offshore fechado este ano no país, marcando a volta da liquidez aos projetos do setor. Apesar do atraso na conclusão do financiamento, a entrega dos navios não será comprometida, e está mantido o prazo previsto para o primeiro semestre de 2011 - antes mesmo do prazo estipulado pela Petrobras, garante o executivo.
A Odebrecht já havia conseguido um empréstimo-ponte no ano passado para dar início aos trabalhos, e há três meses uma das plataformas já está sendo construída na Coreia, pela Daewoo. As duas unidades, batizadas Norbes 8 e 9, têm capacidade para perfurar em lâmina d'água com mais de 3 mil metros, o que as habilita a trabalhar no pré-sal. A Odebrecht vai fornecer os navios como afretadora - ou seja, vai construir e alugar as unidades - e operar por dez anos as plataformas para a Petrobras. O investimento total pela Odebrecht na construção é estipulado em US$ 1,7 bilhão.
A linha de crédito obtida pela Odebrecht foi fechada com um conjunto de 12 bancos: Santander, Société Générale, BNP Paribas, Banco do Brasil, Banco Espírito Santo, Calyon, HSBC, Banco Caixa Geral, NIBC, ING, West LB e CIC. As participações de cada um variaram de US$ 25 milhões a US$ 100 milhões. Entraram também as agências de fomento da Coreia, o Korean Eximbank, e da Noruega, o Giek, principais fornecedores dos projetos. O prazo do financiamento será de oito anos com os bancos privados e de dez anos com as instituições de fomento, com carência de dois anos.
A licitação realizada pela Petrobras no ano passado para 12 plataformas tinha um valor total estimado em US$ 8 bilhões, e faz parte de um grande plano de expansão da capacidade de estatal, totalizando 40 plataformas a serem entregues até 2017. A primeira licitação foi surpreendida pelo início da crise financeira, e até o começo do ano temia-se pelo andamento dos projetos. Agora a estatal já fala em lançar uma nova licitação para construir mais 28 sondas de perfuração voltadas a operações em águas profundas e ultraprofundas - parte delas deverá ser construída no Brasil. As propostas devem ser apresentadas até o início de 2010, e as unidades deverão ser entregues entre 2013 e 2017.
(Fonte: Valor Econômico/Fernando Teixeira, de São Paulo)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Falta de Tempo!!!
Boa noite à todos que de alguma forma acompanham o Blog Dos END.
Venho aqui me desculpar por não estar atualizando tanto o Blog ultimamente, mas é porque o trabalho está exigindo muito de mim, mas como promessa pra mim, é sim dívida, ainda encontrarei tempo de colocar as I.T's de LP que proeti e o questionário de PM.
Continuo reforçando o pedido que a spesssoas que tenham material que queiram ompartilhar conosco fiquem à vontade e me enviem um e-mail.
Bom por hoje é só isso.
uma grande abraço,
Leonardo Barros.
Aproveito também para mandar um grande beijo às minha paixões, que são minha esposa Adriana e meus queridos filhos: Luan,Lucca e Gustavo
Amo muito vocês, estão sendo importantes para mim neste momento.
Venho aqui me desculpar por não estar atualizando tanto o Blog ultimamente, mas é porque o trabalho está exigindo muito de mim, mas como promessa pra mim, é sim dívida, ainda encontrarei tempo de colocar as I.T's de LP que proeti e o questionário de PM.
Continuo reforçando o pedido que a spesssoas que tenham material que queiram ompartilhar conosco fiquem à vontade e me enviem um e-mail.
Bom por hoje é só isso.
uma grande abraço,
Leonardo Barros.
Aproveito também para mandar um grande beijo às minha paixões, que são minha esposa Adriana e meus queridos filhos: Luan,Lucca e Gustavo
Amo muito vocês, estão sendo importantes para mim neste momento.
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